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Google anuncia Fitbit Edge de US$ 179,99 com GPS e bateria substituível

O rastreador chega às lojas em 27 de outubro. O Google anuncia até sete dias de bateria, com limites ligados às configurações e ao uso.

Redação ittechwire3 min de leituraFontes: 2Tradução com IA · original em English
Logotipo do Google Fitbit sobre fundo claro; uma ilustração da marca, não uma fotografia do Fitbit Edge.
Google Fitbit (trademark) · Public domain

Pontos principais

  1. 1O Google informa preço de US$ 179,99 e disponibilidade no varejo em 27 de outubro.
  2. 2GPS integrado e mais de 50 modos de exercício estão entre os recursos anunciados.
  3. 3A estimativa máxima de sete dias de bateria do Google depende das configurações e do uso; a Ars Technica relata cerca de dois dias com a tela sempre ligada.
  4. 4Segundo a Ars Technica, a troca da bateria será feita por opções de assistência técnica, e não por um design que permita ao proprietário substituí-la.
  5. 5O coaching do Google Health Premium exige assinatura; a compra do rastreador inclui três meses.

A notícia completa

O Google anunciou o Fitbit Edge em 12 de outubro e abriu a pré-venda do rastreador de atividades de US$ 179,99 em sua loja e em parceiros varejistas. A empresa diz que o aparelho chegará às lojas em 27 de outubro. O Google posiciona o dispositivo entre o smartwatch Pixel Watch e o Fitbit Air, que não tem tela.

O Google informa espessura de 11,5 mm, tela Hybrid OLED e um botão lateral físico. O GPS integrado permite registrar atividades sem o celular, e um altímetro registra variações de altitude. Segundo a empresa, é possível iniciar mais de 50 modos de exercício diretamente no rastreador.

O Google anuncia até sete dias de bateria, com base em testes de pré-produção com um perfil de uso construído em torno das configurações padrão da Economia de bateria. A empresa alerta que os recursos ativados, o uso e o ambiente podem reduzir a autonomia. A Ars Technica relata que ativar a tela sempre ligada reduz a estimativa para cerca de dois dias.

O Google descreve o Edge como seu primeiro rastreador de atividades reparável, com design modular e bateria substituível. A Ars Technica diz que a troca estará disponível por meio de opções de assistência técnica, e não como um componente substituível pelo usuário. O site também relata que o aparelho não tem microfone nem alto-falante e não oferece suporte a NFC para pagamentos com Google Wallet.

O Google diz que o Edge é compatível com a maioria dos celulares com Android 11 ou posterior ou iOS 16.4 ou posterior, e exige uma conta do Google, o app Google Health e acesso à internet. O coaching requer uma assinatura do Google Health Premium vendida separadamente; a compra inclui três meses. O Google alerta que a disponibilidade dos recursos varia e que o dispositivo não se destina a uso médico.

Por que isso importa

Análise (nossa avaliação): a troca de bateria via assistência técnica pode prolongar a vida útil do aparelho, mas não é um recurso do tipo faça você mesmo. Quem precisa da tela sempre ligada deve considerar a autonomia menor relatada pela Ars Technica, em vez de presumir que o máximo indicado pelo Google se aplica.

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  1. · Publicado

Tópicos#Google#Fitbit#Vestíveis#Rastreadores de atividades#Duração da bateria

Fontes

Esta notícia se baseia nas fontes a seguir. Leia-as para ter o contexto completo.

  1. 1Google · Comunicado oficialGoogle Fitbit Edgeblog.google
  2. 2Ars Technica · ReportagemGoogle announces the Fitbit Edge, a middle ground between Pixel Watch 5 and Fitbit Airarstechnica.com